sábado, 10 de janeiro de 2026

O dilema de Lula no Maranhão

 

O início de 2026 encontra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante de um impasse político no Maranhão. Apesar das sucessivas visitas ao estado ao longo de 2025, com agendas que incluíram ministros e anúncios do governo federal, Lula evitou assumir posição clara sobre qual projeto apoiará na disputa pelo Palácio dos Leões. Em público, distribuiu gestos tanto ao governador Carlos Brandão quanto ao vice-governador Felipe Camarão, filiado ao PT, embora seja cada vez mais certo que a aliança entre os dois não será mantida no processo eleitoral.

Questionado sobre o tema, Lula tem adotado um discurso cauteloso, defendendo uma união que, nos bastidores, é vista como improvável. O cenário se torna ainda mais complexo com a provável candidatura do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, pelo PSD de Gilberto Kassab. Movimentos nacionais tentaram aproximar o partido do PT, o que, caso avance, pode deixar tanto Brandão quanto Camarão sem o principal cabo eleitoral do país.

Enquanto isso, Brandão conta com um trunfo político relevante: o apoio da família Sarney. A ex-governadora Roseana Sarney e o ex-presidente José Sarney, interlocutor frequente de Lula, já sinalizaram preferência pelo nome indicado pelo atual governador – data hoje, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão.

Camarão, por sua vez, se agarra à ficha de filiação partidária e em setores do PT estadual, embora a corrente majoritária da legenda no Maranhão esteja alinhada ao grupo governista.

É certo, entretanto, que Lula não adotará o silêncio no estado onde costuma alcançar os maiores percentuais de votação, em uma eleição que tende a ser a mais difícil de sua trajetória.

vai pra ondeO início de 2026 encontra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante de um impasse político no Maranhão. Apesar das sucessivas visitas ao estado ao longo de 2025, com agendas que incluíram ministros e anúncios do governo federal, Lula evitou assumir posição clara sobre qual projeto apoiará na disputa pelo Palácio dos Leões. Em público, distribuiu gestos tanto ao governador Carlos Brandão quanto ao vice-governador Felipe Camarão, filiado ao PT, embora seja cada vez mais certo que a aliança entre os dois não será mantida no processo eleitoraQuestionado sobre o tema, Lula tem adotado um discurso cauteloso, defendendo uma união que, nos bastidores, é vista como improvável. O cenário se torna ainda mais complexo com a provável candidatura do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, pelo PSD de Gilberto Kassab. Movimentos nacionais tentaram aproximar o partido do PT, o que, caso avance, pode deixar tanto Brandão quanto Camarão sem o principal cabo eleitoral do país.
Enquanto isso, Brandão conta com um trunfo político relevante: o apoio da família Sarney. A ex-governadora Roseana Sarney e o ex-presidente José Sarney, interlocutor frequente de Lula, já sinalizaram preferência pelo nome indicado pelo atual governador – data hoje, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão.

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